terça-feira, 14 de agosto de 2012
Em qual lugar a água do mar é mais quente?
Segundo o Guinness, o "livro dos recordes", a maior temperatura já registrada no oceano é 404 ºC. Só para dar uma idéia, o fogão da sua casa não passa de 300 ºC! Esse calor infernal foi medido no oceano Pacífico, a cerca de 480 quilômetros da costa oeste dos Estados Unidos. Mas você nunca vai conseguir nadar nessa temperatura escaldante. Isso porque o recorde foi medido a mais de 2 mil metros de profundidade, junto a uma fonte hidrotermal, um lugar em que o magma vulcânico fica muito próximo do leito do oceano, aquecendo brutalmente a água. Se você estiver a fim de dar um tibum nas águas de superfície mais quentes do planeta, pegue um avião até a região onde ficam países como Filipinas, Indonésia, Brunei e Timor Leste. Por lá, em qualquer época do ano você pode se banhar em águas que passam dos 30 ºC. Se você não quiser ir tão longe, dê uma chegadinha até o canal de Moçambique, entre o leste africano e a ilha de Madagascar. Nessa área, a água também costuma atingir temperaturas acima de 27 ºC - no sudeste do Brasil, por exemplo, a temperatura média é de 24 ºC. Tanto no sudeste asiático quanto na costa leste da África, a a água é quentinha porque as correntes marítimas que banham a região percorrem uma longa distância, partindo da costa oeste das Américas. Como boa parte do percurso rola na zona equatorial, as correntes recebem um monte de luz solar durante o trajeto. No final da viagem, as águas estão bem mais quentes que no resto do planeta.
segunda-feira, 13 de agosto de 2012
Curiosidades sobre Vulcões e Terremotos no Brasil
Por Prof. Appio
No Brasil podem ocorrer catástrofes como vulcões e terremotos?
Os terremotos são provocados pelo deslocamento das placas tectônicas, blocos que formam a crosta terrestre e os continentes. Quando uma placa se movimenta, libera energia, resultante do acúmulo de tensões na crosta. Nos locais onde duas placas se uniram há milhões de anos, formaram-se falhas que, por serem zonas frágeis, de atrito, serão a válvula de escape dessas tensões. Formando-se os terremotos. E quanto maior o tempo sem a ocorrência dessas liberações de energia, maior vai ser o tremor. Por isso, é desejável que ocorram pequenos tremores de tempos em tempos nas regiões de incidência. O grande tremor que formou um tsunami ao final de 2004, que varreu algumas ilhas da indonésia, por exemplo, não testava suas forças a alguns anos.
No Brasil, apesar de não existirem falhas atravessando o país, e se localizar no centro de uma grande placa, o Brasil não está livre dos tremores. Cada placa é recortada em vários pequenos blocos, de várias dimensões. Esses recortes, apesar de serem antigos, podem sofrer atrito a qualquer momento para liberar energia, e no caso do Brasil, podem ocorrer pequenos tremores, mas a princípio, sem grandes estragos.
Como as maiores catástrofes estão relacionadas às grandes falhas, é comum achar que o Brasil está livre dos tremores de terra, o que é errado. O país já registrou sismos de intensidade no Rio Grande do Norte, e fronteira entre Mato Grosso e Amazonas. Em Minas Gerais, cidades da Grande Belo Horizonte, também já foram surpreendidas por abalos.
Esses abalos eram notados já na antigüidade, aliás, foi por eles que se formaram algumas ilhas, montanhas, etc. Ocorrem sempre vinculados a pressão interna da terra, como também os vulcões. Não raro são mais freqüentes em zonas de vulcanismo.
O rio grande do sul, por exemplo, na metade norte, a milhões de anos atrás foi coberto por massa vulcânica (magma), que pode-se ver hoje devido a estrutura diferenciada do relevo – serra na metade norte do estado, levando também a existir nessa área, um solo mais fértil, basáltico, que levou a maior diversidade de cultivos, diversidade industrial, e posteriormente, a maior população...
Pode-se ver, com isso, que até o tipo de formação do relevo interfere no desenvolvimento do estado, de um país, principalmente na agricultura. Claro, existem outros fatores de influencia, como o clima (o Brasil importa alguns produtos porque não possui clima adequado para produzí-los – um exemplo, é o trigo, o nosso pão de cada dia, que grande parte é importado da Argentina e EUA).
“Já na Grécia antiga, vários filósofos investigaram a origem dos abalos sísmicos. Tales de Mileto (625-547 a.C) acreditava que a Terra boiava na imensidão das águas e, quando estas se agitavam demais, provocavam o terremoto. Anaxágoras (500-428 a.C.), por sua vez, defendia que os abalos resultavam de vapores originados do fogo central do Planeta. Para Aristóteles (384-322 a.C.), o ar retido nas profundezas terrestres escapava explosivamente de tempos em tempos, provocando os terremotos.”
No Brasil podem ocorrer catástrofes como vulcões e terremotos?
Os terremotos são provocados pelo deslocamento das placas tectônicas, blocos que formam a crosta terrestre e os continentes. Quando uma placa se movimenta, libera energia, resultante do acúmulo de tensões na crosta. Nos locais onde duas placas se uniram há milhões de anos, formaram-se falhas que, por serem zonas frágeis, de atrito, serão a válvula de escape dessas tensões. Formando-se os terremotos. E quanto maior o tempo sem a ocorrência dessas liberações de energia, maior vai ser o tremor. Por isso, é desejável que ocorram pequenos tremores de tempos em tempos nas regiões de incidência. O grande tremor que formou um tsunami ao final de 2004, que varreu algumas ilhas da indonésia, por exemplo, não testava suas forças a alguns anos.
No Brasil, apesar de não existirem falhas atravessando o país, e se localizar no centro de uma grande placa, o Brasil não está livre dos tremores. Cada placa é recortada em vários pequenos blocos, de várias dimensões. Esses recortes, apesar de serem antigos, podem sofrer atrito a qualquer momento para liberar energia, e no caso do Brasil, podem ocorrer pequenos tremores, mas a princípio, sem grandes estragos.
Como as maiores catástrofes estão relacionadas às grandes falhas, é comum achar que o Brasil está livre dos tremores de terra, o que é errado. O país já registrou sismos de intensidade no Rio Grande do Norte, e fronteira entre Mato Grosso e Amazonas. Em Minas Gerais, cidades da Grande Belo Horizonte, também já foram surpreendidas por abalos.
Esses abalos eram notados já na antigüidade, aliás, foi por eles que se formaram algumas ilhas, montanhas, etc. Ocorrem sempre vinculados a pressão interna da terra, como também os vulcões. Não raro são mais freqüentes em zonas de vulcanismo.
O rio grande do sul, por exemplo, na metade norte, a milhões de anos atrás foi coberto por massa vulcânica (magma), que pode-se ver hoje devido a estrutura diferenciada do relevo – serra na metade norte do estado, levando também a existir nessa área, um solo mais fértil, basáltico, que levou a maior diversidade de cultivos, diversidade industrial, e posteriormente, a maior população...
Pode-se ver, com isso, que até o tipo de formação do relevo interfere no desenvolvimento do estado, de um país, principalmente na agricultura. Claro, existem outros fatores de influencia, como o clima (o Brasil importa alguns produtos porque não possui clima adequado para produzí-los – um exemplo, é o trigo, o nosso pão de cada dia, que grande parte é importado da Argentina e EUA).
“Já na Grécia antiga, vários filósofos investigaram a origem dos abalos sísmicos. Tales de Mileto (625-547 a.C) acreditava que a Terra boiava na imensidão das águas e, quando estas se agitavam demais, provocavam o terremoto. Anaxágoras (500-428 a.C.), por sua vez, defendia que os abalos resultavam de vapores originados do fogo central do Planeta. Para Aristóteles (384-322 a.C.), o ar retido nas profundezas terrestres escapava explosivamente de tempos em tempos, provocando os terremotos.”
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